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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

O Legado de Nelson Mandela, por Lula

 
“O mundo perdeu uma das figuras mais extraordinárias que conheci.”

A frase foi dita pelo ex-presidente Lula, ao ser informado da morte ontem de Nelson Mandela.

Ele lembra de ter encontrado Mandela em 1994, em Cuba, na comemoração do 1º de maio. E depois também.

“Tive o prazer de ser recebido pelo Mandela quando fui candidato e tive o prazer de sentir o significado da conquista da liberdade para um povo”, afirmou.

Sobre a principal marca deixada pelo líder sul africano, o petista foi definitivo:

“O grande legado do Mandela foi fazer com que o povo negro da África do Sul descobrisse uma coisa que parece simples, mas não é. Se a maioria do povo era negra, não tinha o menor sentido a minoria branca continuar governando aquele país”.



Nelson Mandela (1918-2013)

O “Madiba”, cuja vida é inspiração de dias melhores, morreu aos 95 anos em sua casa, em Johannesburgo. 

 

"Durante a minha vida, me dediquei à luta do povo africano. Lutei contra a dominação branca, e lutei contra a dominação negra. Eu defendi o ideal de uma sociedade democrática e livre, na qual todas as pessoas vivem juntas em harmonia e com oportunidades iguais. É um ideal para o qual espero viver e conseguir realizar. Mas, se preciso for, é um ideal para o qual estou disposto a morrer."
(Nelson Mandela, na abertura de sua declaração de defesa no Julgamento de Rivonia, em Pretória, em 20 de abril de 1964)

Em 12 de fevereiro de 1990, quando Nelson Mandela foi solto, após 27 anos encarcerado, a África do Sul estava à beira de uma guerra civil entre brancos e negros. A libertação de Mandela era fruto de negociações entre o regime segregacionista do Apartheid e a resistência negra, mantidas em segredo para não estimular ainda mais violência por parte dos extremistas de ambos os lados. Havia uma imensa desconfiança a respeito das intenções de Mandela, mas mesmo após séculos de opressão e de seu sofrimento pessoal, Mandela tomou as decisões que fazem muitos considerá-lo o maior líder político de todos os tempos. Ao levar a todo o país uma mensagem em defesa da democracia e da igualdade, o Madiba, como é conhecido no país, se tornou o artífice da reconciliação entre brancos e negros sul-africanos, evitando o que poderia ser uma sangrenta guerra civil. Foi esse homem que a humanidade perdeu decorrente de uma infecção pulmonar, nesta quinta-feira 5. O anúncio oficial foi feito em rede nacional pelo presidente da África do Sul, Jacob Zuma.

A morte de Mandela era a má notícia que os sul-africanos esperavam há anos, desde que a saúde debilitada do ex-presidente começou a preocupar. A cada internação, o país entrava em apreensão, inúmeros boatos circulavam, o governo divulgava notas oficiais, até que vinha a notícia da alta. Desta vez, foi diferente. A morte de Mandela deve jogar boa parte do país em depressão.

Violência e o fim do Apartheid

O luto não se dá à toa. Após anos lutando contra o regime da supremacia branca de forma institucional, Mandela ajudou a fundar, em 1961, o Umkhonto weSizwe, braço armado do Congresso Nacional Africano (CNA). Dois anos depois de entrar na luta armada, Mandela foi preso e condenado à prisão perpétua no famigerado Julgamento de Rivonia. Ele deixaria a prisão apenas nos anos 1990, quando se juntaria a algumas poucas figuras que tentariam colocar fim ao Apartheid.

Como o regime beneficiava diversos grupos, a resistência às mudanças seria ferrenha. Logo após a soltura de Mandela, uma onda de violência tomou conta da África do Sul. Chacinas foram cometidas várias vezes por dia em trens e outros locais públicos. Líderes comunitários e outras figuras públicas foram executados. Massacres nos guetos negros se tornaram comuns. A execução do “colar”, por meio da qual um pneu com gasolina era colocado no pescoço da vítima e incendiado, se tornou a horrenda face da violência no país. Isso sem contar a repressão violenta da polícia contra as manifestações de populações negras. Era uma época que os sul-africanos “morriam como moscas”, nas palavras do arcebispo anglicano Desmond Tutu, Nobel da Paz.

A violência daquele período era atribuída a uma guerra entre o Congresso Nacional Africano, grupo liderado por Mandela, que pregava a igualdade entre brancos e negros, e o Inkatha, movimento nacionalista zulu, um dos diversos povos sul-africanos. Essa era apenas parte da explicação. A violência generalizada era uma ação orquestrada pelas forças de seguranças do regime e pelos extremistas de direita do Inkatha. Milhares de membros da facção zulu foram treinados em campos secretos e receberam armas e dinheiro das forças de segurança do regime e de líderes brancos de extrema-direita. Alguns policiais, brancos e negros, chegavam a coordenar e participar dos massacres. Quando não havia gente do Inkatha, mercenários de países como Angola e Namíbia eram contratados. Em silêncio, para não serem identificados como estrangeiros pelo sotaque, matavam sul-africanos a esmo.

Para o Inkatha, aquela era uma luta para manter a autonomia da terra KwaZulu e buscar a independência. Para os extremistas brancos, era uma estratégia dupla: primeiro manter a argumentação de que os negros eram incapazes de se autogovernar. Caso isso não desse certo, o CNA, de Mandela, ao menos ficaria enfraquecido para a eleição presidencial que se seguiria, a primeira na qual brancos e negros poderiam votar e ser votados livremente.

A estratégia de desestabilização não deu resultados graças à força de caráter de inúmeras pessoas, entre elas o então presidente sul-africano, Frederik Willem de Klerk, e de Mandela. Entre 1990 e 1993, a África do Sul revogou leis que davam amparo jurídico ao Apartheid, desmantelou seu arsenal nuclear e convocou eleições livres para 1994. Ao contrário do que pensavam os extremistas, o CNA não estava enfraquecido por conta da violência. Nas urnas, o partido obteve uma vitória massacrante, e Mandela se tornou o primeiro presidente negro na história do país.

"Nação Arco-Íris"

No poder, Mandela operou um milagre político. O Madiba fez os sul-africanos acreditarem no seu sonho, o de que a África do Sul poderia ser mesmo uma “Nação Arco-Íris”, na qual todas as "cores" poderiam conviver de forma harmônica. Mandela conseguiu contemplar os anseios das minorias brancas e conter a ânsia por justiça de líderes negros, muitos dos quais desejavam vingança após décadas de abusos e arbitrariedade.

A face mais visível do esforço de reconciliação feita por Mandela foi o apoio à seleção de rúgbi da África do Sul, os Springboks, na Copa do Mundo de 1995. Mandela não permitiu a mudança de nome e uniforme da equipe e tornou a seleção, símbolo de orgulho dos brancos, em orgulho nacional. A empreitada teve um fim épico com a improvável vitória da África do Sul sobre a Nova Zelândia, no hoje mítico Ellis Park, em Johannesburgo. A história foi registrada de forma magistral no livro Conquistando o Inimigo, de John Carlin, e no filme Invictus, de Clint Eastwood.

O apoio aos Springboks era parte da estratégia de Mandela de liderar pelo exemplo. Para o sul-africano comum, branco ou negro, era inevitável se questionar: como pode um homem que ficou encarcerado por 28 anos deixar a prisão sem qualquer resquício de rancor e adotar um tom tão reconciliatório? Se Mandela podia, todos podiam.

O milagre da Nação Arco-Íris foi também institucionalizado. Sob Mandela, a África do Sul passou a ter programas de habitação, educação e desenvolvimento econômico para a população negra; instalou a Comissão da Verdade e da Reconciliação, que serviu como catarse coletiva para o país; e aprovou uma nova Constituição, vista até hoje como ponto central de estabilidade na África do Sul.

O legado de Mandela

Desde que assumiu a presidência, Mandela deixou claro que gostaria de ser apenas o responsável pela transição da África do Sul, e não o guia eterno do país. Ele fez isso pois desejava uma África do Sul independente, inclusive dele próprio. A África do Sul que Mandela imaginou, no entanto, não conseguiu completar o sonho do líder visionário durante sua vida. Contra a vontade de Mandela, e de sua família, sua imagem é usada persistentemente de forma política, às vezes por líderes que dilapidam seu legado. Esse processo foi agravado pelo silêncio ao qual Mandela foi obrigado a se recolher devido ao agravamento de sua doença.

Nos governos de Thabo Mbeki (1999-2007) e do atual presidente, Jacob Zuma, ambos do CNA, a África do Sul teve grande crescimento econômico, mas a desigualdade social é maior que a existente no fim do Apartheid. O CNA, por sua vez, deixou de ser o partido da liberdade para se tornar um amontoado de políticos acusados de corrupção e de agir em benefício próprio. A Liga Jovem do ANC, fundada por Mandela, passou a ser conhecida pelos atos e palavras de intolerância de seus líderes, um perigo para uma país onde a violência racial está contida, mas a tensão entre brancos e negros, não.

Apesar do uso político de sua imagem, Mandela continua sendo o bastião da democracia na África do Sul. Talvez, o distanciamento entre seu legado e a condição atual do país tenha servido para, nos últimos anos, tornar mais agudo o sofrimento da população a cada nova internação. Hoje, finalmente, chegou o dia de deixar Mandela descansar, e dos sul-africanos colocarem o país no rumo sem um exemplo vivo para guiá-los.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

E as obras do Mirante de Santo Antônio continuam em ritmo acelerado...


Hoje, pela manhã, resolvi fazer caminhada na estrada de acesso ao Mirante de Santo Antônio e, ao mesmo tempo, fiscalizar a celeridade das obras. Para minha surpresa, a estrada já tem mais de um quilômetro construída e, acredito, que em poucos dias, o restante deverá estar pronto.

Estando pronta a estrada de acesso ao Mirante, não só a parte turística será focada, mas também um excelente local para a prática de caminhada. Ida e volta, são 3,81 km de percurso e a perda de calorias na subida é grande.










As propriedades nutricionais da berinjela



A berinjela é um legume que contém a seguinte composição: vitamina B5 e sais minerais como cálcio, fósforo, ferro e fibra solúvel. A niacina (vitamina B5) protege a pele e ajuda a regularização do sistema nervoso e aparelho digestivo. Enquanto os minerais cálcio, fósforo e ferro contribuem para a formação dos ossos e dentes, construção muscular e coagulação do sangue. 


Poucas pessoas sabem, contudo, que ela é um vegetal com poder de diminuir o colesterol e reduzir a ação das gorduras sobre o fígado. Seu suco é utilizado nas inflamações dos rins, bexiga e uretra como poderoso diurético.  


 A berinjela é muito recomendada para quem sofre de artrite, gota, reumatismo, diabetes e inflamações da pele em geral. Como tem poder laxante, aconselha-se nas indigestões e prisão de ventre. 

Diabetes, colesterol e a berinjela



Dietas com alto teor de fibra alimentar têm apresentado resultados positivos em relação a tolerância à glicose, redução de hiperglicemia pós-prandial e taxa secretória de insulina em indivíduos diabéticos.

A fração da fibra solúvel, que está presente na berinjela, é apontada como responsável por estes efeitos fisiológicos benéficos e vários mecanismos têm sido propostos para explicar sua ação. A alteração na velocidade de difusão da glicose, devido à formação de gel no lúmem intestinal é um deles. Já a alteração na estrutura da mucosa intestinal, com rarefação das criptas e vilosidades da mucosa intestinal e aumento da produção de mucina, que atua como uma barreira à absorção de glicose, é outro.  


Atualmente, o extrato e o suco de berinjela, têm sido utilizados para diminuir as taxas de colesterol e de colesterol ruim, LDL. A produção de ácidos graxos de cadeia curta, como o acetato e o propionato, em decorrência da fermentação da fibra solúvel pelas bactérias do cólon, também exercem efeitos na diminuição das taxas de glicose e colesterol sanguíneo. O acetato inibe a lipólise do tecido adiposo que é responsável pelo excesso de ácidos graxos livres que chega ao fígado e acarreta a produção de acetoacetato em indivíduos diabéticos.  


Diversos trabalhos científicos tem verificado se dietas ricas em berinjela apresentam efeito hipoglicêmico e uma melhora a tolerância à glicose, e se a presença de fibra solúvel (pectina solúvel) é um fator determinante nestes efeitos. Dietas ricas em berinjela apresentam efeito hipoglicêmico, e contribuem para o retardamento de absorção da glicose pós-prandial e a fração fibra solúvel está correlacionada com estes efeitos. 


Experimentos realizados com a utilização de berinjela com casca e sem casca, e de casca de berinjela por um período de 42 dias. A glicose sangüínea foi determinada no início do experimento e aos 13, 21, 34 e 42 dias. Os testes orais de tolerância à glicose (TOTG) foram realizados no final do experimento. 


Os resultados mostraram que as rações à base de farinha de berinjela com casca e de casca de berinjela apresentaram redução nos níveis de glicose. Este efeito não foi significativo para a ração à base de farinha de berinjela sem casca. Os animais do grupo com diabetes que receberam ração à base de berinjela com casca apresentaram menor área sob a curva de glicose, do que os dos grupos controle (ração à base de caseína e de berinjela com casca) e do que o do grupo diabético que recebeu a ração de caseína. Este efeito não foi observado nos animais que receberam ração à base de berinjela sem casca e casca de berinjela. 


Estes resultados indicam a presença de um composto responsável pelo efeito hipoglicêmico na casca de berinjela e que a pectina solúvel da ração não foi suficiente para promover tal efeito, mas que a administração contínua de pectina solúvel contribuiu para a melhora da TOTG.  


Experimentos mostraram que o suco de berinjela administrado a pacientes hipercolesterolêmicos, reduziu significantemente o peso corpóreo, o colesterol total, o colesterol ruim, LDL, e os triglicérides, assim como aumentou o relaxamento dependente do endotélio, melhorando a pressão arterial.  

Compra, armazenamento e preparo


Na hora da compra, deve-se dar preferência às que se apresentam firmes, de cor roxa uniforme e lustrosa. As berinjelas devem ser guardadas em geladeira, dentro de sacos plásticos, assim se conservam em bom estado por duas semanas. As pessoas tem o hábito de mergulhá-las em água e sal antes de seu preparo, mas esse procedimento anula o sabor do legume e grande parte de suas propriedades nutritivas. O período de safra da berinjela vai de janeiro a maio. 

Fonte: minhavida.com.br

Respeito é bom, e Vital merece ! (artigo do advogado Rui Galdino Filho)

Ruy Galdino defende o senador Vitalzinho (PMDB)
Conheço o Senador Vitalzinho desde o tempo em que ele era Deputado Estadual e convivíamos juntos no PDT. Até votei nele para Senador e na sua mãe para Deputada Federal, na última eleição. Vital Filho, sempre foi e é um cidadão extraordinário, alegre, competente e correto. É também amigo e gosta de atender e ajudar a todos que lhe procuram. Trabalhamos juntos no PDT e ele sempre foi muito sério e honesto em suas ações pessoais e políticas. Como Senador, tem feito um grande trabalho perante o Congresso Nacional e tem ajudado muito a nossa Paraíba. Inclusive, tem sido um dos destaques paraibano a nível nacional. Fala-se também, que Vitalzinho está cotado para assumir um importante Ministério no Governo de Dilma, e tudo isso é muito bom para a Paraíba, e que assim seja. Ocorre, que toda vez que um paraibano, seja quem for, está em evidência e ascenção, sempre tem um “espírito de porco” que tenta denegrir e sujar a sua imagem, e isto, já aconteceu várias vezes com grandes paraibanos. Sem contar com o “rolo compressor” do sul e sudeste brasileiro, que também se aproveitam para “queimar” a pessoa, e isso ocorre em todas as áreas da vida. Agora a bola da vez é Vitalzinho. Estão dizendo que ele subornou um Juiz do TRE/PB, com 1 milhão de reais, para que o mesmo livrasse seu irmão Veneziano, de uma possível cassação como Prefeito de Campina Grande. É MENTIRA !!! Conheço Vitalzinho e não acredito nessa versão. É pura queimação! É sacanagem ! O “cotó” é uma pessoa séria e jamais faria isso. Além disso, a Justiça paraibana é formada por Juízes sérios e é uma das mais respeitadas do Brasil. Não sou advogado de Vitalzinho, porém, não acredito nessa denúncia que estão fazendo contra o mesmo. Repito: É MENTIRA. E mentira deslavada! Já disse em outras ocasiões que voto e acompanho  Ricardo Coutinho, nada tenho contra Veneziano (irmão de Vital), porém, quero que Ricardo continue governando a Paraíba, pois, está fazendo um grande governo e mudando a maneira de se fazer política na Paraíba. Todavia, como paraibano, independente de qualquer posição política ou cor partidária, torço e fico feliz quando um conterrâneo brilha no Brasil e no mundo. Por isso, defendo Vitalzinho e desejo que ele se fortaleça e ajude a Paraíba cada vez mais. Respeito é bom, e Vital merece ! Boa sorte, amigo !

Rui Galdino Filho
Advogado e Comentarista Político.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Giucélia Figueiredo concedeu entrevista na Rádio Cidade e prestou solidariedade ao vereador Pádua Leite

Vereador Pádua Leite, Yurick Azevedo e Giucélia Figueiredo...

No último sábado (30/11), a Delegada Federal do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e presidente do CREA-PB (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura), Giucélia Figueiredo, concedeu entrevista ao programa oficial da Prefeitura Municipal de Piancó, transmitido  pela Rádio Cidade de Piancó, que tem como âncora o Procurador Geral do Município, o advogado Yurick Willander Azevedo.

Na entrevista, Giucélia Figueiredo falou sobre as ações da presidente Dilma Rousself nas questões agrárias na Paraíba, tais como a entrega de tratores, máquinas, carros pipas aos municípios paraibanos, a exemplo de Piancó, além de parabenizar o prefeito Sales Lima pela excelente administração e também pela parceria com o Governo Federal.

Quando o âncora perguntou sobre as questões internas do PT, Giucélia Figueiredo deixou claro que a orientação do Partido quando se chega em uma cidade como Piancó é procurar as suas lideranças políticas e, jamais, procurar pessoas estranhas ao PT, principalmente quando se é adversário político local. Prestou solidariedade ao vereador Pádua Leite pelos fatos estranhos perpetrados pelo deputado Anísio Maia (PT) em Piancó e disse que "Pádua Leite não é um patrimônio do PT de Piancó, nem do PT Estadual... Pádua Leite é patrimônio do PT Nacional e referência como político em todo o Brasil."


Geralda Pereira, Vavá do Peixoto, Pádua Leite, Giucélia Figueiredo e Yurick Azevedo

Na Rádio Cidade, compareceram o presidente da Colônia de Pescadores Z-31, Vavá do Peixoto, e os cidadãos Arthur Azevedo (filho de Pádua Leite) e Geralda Pereira.

Giucélia Figueiredo aceitou convite do presidente da Colônia de Pescadores Z-31 de Piancó, Vavá do Peixoto, para participar de reunião no mês de janeiro/2014, quando tratá toda a estrutura da Delegacia para promover convênios com a Colônia e seus associados.

Yurick Azevedo entrevista Giucélia Figueiredo

Após a entrevista, Giucélia Figueiredo foi parabenizar Euda Maria Lopes, esposa do presidente do PT local, Ângelo Filho, e, ao mesmo tempo, prestar apoio ao PT de Piancó.

Arthur Azevedo, Giucélia Figueiredo, Ângelo Filho e Pádua Leite
Giucélia Figueiredo e Ângelo Filho: apoio irrestrito ao PT de Piancó...

Aniversário de Euda Lopes e Rociene


Na tarde do sábado (30/11), a residência da Fazenda de Deda Lopes recepcionou os aniversariantes Euda Lopes e Rociene e todos os familiares e amigos. Rociene comemorou no próprio dia 30/11, enquanto o aniversário de Euda se comemorava no dia 01/12.

As fotos abaixo expressam a alegria que contagiou a festa:















Meus Heróis morreram de Aids

O poeta e cantor Cazuza (1958-1990). Foto: Flavio Colker
Em uma de suas canções mais conhecidas, Ideologia (1988), o cantor Cazuza dizia que seus heróis tinham morrido de overdose. Referia-se a ídolos como Jimi Hendrix, Janis Joplin ou Jim Morrison, todos mortos precocemente pelo uso excessivo de drogas. “Meus heróis morreram de overdose” é uma frase muito forte e verdadeira, mas não para mim. Muitos dos meus “heróis”, pessoas que admirei na vida, que foram modelos de rebeldia, coragem e inteligência, não morreram de overdose. Morreram de Aids. E Cazuza foi um deles.

A Aids entrou na minha vida aos 17 anos, no primeiro ano da faculdade de jornalismo. Era uma época livre, aquela, na Salvador dos anos 1980. Meninos e meninas provavam beijar-se, muitos garotos experimentavam pintar os olhos, a boca. Era proibido proibir. De repente veio a Aids e parou tudo. O Brasil e o mundo retrocederam cem anos em termos sexuais e morais, porque a Aids não era como o câncer, era uma doença que trazia consigo o preconceito; quando surgiu, era anunciada pelos conservadores como um verdadeiro castigo que os céus haviam mandado aos “pecadores”.

Sempre tive muitos amigos homossexuais. Posso dizer, inclusive, que as pessoas que exerceram maior influência intelectual e artística sobre mim são gays. Eu os adoro. E logo a Aids contaminaria um destes amigos queridos, pintor, que morreu, infelizmente, um ou dois anos antes de surgir o coquetel de remédios que mantém o vírus sob controle. Havia tanto desconhecimento sobre a doença neste primeiro momento, que as pessoas tinham medo até de compartilhar talheres e pratos com os infectados. Imaginem que crueldade.

Com o tempo, se foi vendo e informando as pessoas que a Aids não se contagia no vento, tampouco pelo beijo ou pelo abraço, mas sim por relações sexuais sem proteção; pela transfusão de sangue contaminado; pelo compartilhamento de seringas e agulhas; e durante a gravidez e a amamentação (o que já é possível reverter). Nada a ver, portanto, com “pecado”, isso é ignorância pura.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a Aids ainda é um dos problemas de saúde mais graves em todo o mundo, sobretudo nos países mais pobres. Existem hoje cerca de 35,3 milhões de pessoas infectadas com o vírus –3,34 milhões delas, crianças. O HIV continua a ser o agente infeccioso mais mortífero do planeta: desde que a doença apareceu, calcula-se que 36 milhões de pessoas tenham morrido em decorrência da Aids. No ano passado foram 1,6 milhão.

Neste 1º de dezembro, Dia Mundial de Combate à Aids, quero homenagear todas as vítimas desta doença nas figuras destas pessoas especiais. Alguns dos que aparecem aqui não são homossexuais e foram contaminados de outras formas que não a sexual. O cartunista Henfil e seu irmão Betinho, por exemplo, eram hemofílicos e contraíram o HIV em transfusões. Mas isso não importa. O que importa é que todos eles eram seres humanos incríveis, gênios que foram levados desta vida, a maioria absurdamente cedo, por uma doença brutal. Saúdo todos eles e digo que sinto saudades.

P.S.: Não deixe que a Aids atrapalhe sua liberdade sexual: use camisinha.

(Clicando nos nomes dos meus heróis, você pode ler entrevistas e reportagens que selecionei sobre cada um deles, em texto e em vídeo.)



O filósofo francês Michel Foucault (1926-1984), autor da “História da Sexualidade”. Foto: Bruce Jackson


O cantor e compositor Renato Russo (1960-1996)

O cartunista Henfil (1944-1988), que lutou pela volta da democracia no Brasil. Foto: Aguinaldo Ramos/JB

O sociólogo Betinho (1935-1997), que denunciou a fome em nosso país, era irmão de Henfil. Foto: Dadá Cardoso/Ibase

O músico, escritor e ativista norte-americano Gil Scott-Heron (1949-2011), autor da inspiradora frase: “A revolução não será televisionada”

A linda atriz Sandra Bréa (1952-2000), ídola de infância de muitas meninas no Brasil nos anos 1970

O artista plástico e ativista norte-americano Keith Haring (1958-1990). Foto: Tseng Kwong Chi

O escritor de ficção científica russo radicado nos EUA Isaac Asimov, autor de “Eu, Robô”. Pintura de Rowena Morrill

O músico e ativista nigeriano Fela Kuti (1938-1997)

O cantor Freddie Mercury (1946-1991). Foto: Steve Wood

Fonte: Carta Capital

Vereador Pádua Leite irá organizar movimento para reivindicar redutores de velocidade na BR 361


O vereador Pádua Leite (PT) apresentou na Câmara Municipal de Piancó, no dia 18/04/2013, o Requerimento nº 055/2013 que "Requer ao Superintendente do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura do Trânsito) no Estado da Paraíba, Dr. Gustavo Adolfo Andrade de Sá, que autorize a construção de redutores de velocidade no perímetro urbano da cidade de Piancó, precisamente na BR 361, entre os kms, 82 (altura da entrada do Bairro Socorro Brasilino) ao Km 84 (altura do Posto Lopes - entradas do Bairro Piancozinho), a fim de se evitar acidentes automobilísticos que tenha como vítima pedestres." O Requerimento foi aprovado por todos os vereadores.

Encaminhado o Requerimento ao DNIT até a presente data não foram adotadas nenhuma providência, fato que já justifica um ato público no mesmo nível do que ocorreu na cidade de Itaporanga no dia de hoje.



Ainda esta semana, irei organizar com os moradores dos Bairros Socorro Brasilino e Piancozinho um Ato Público, com fechamento da BR 361 para reivindicarmos os redutores de velocidade, uma vez que naquele trecho os automóveis descem em alta velocidade, ocasionando inúmeros acidentes, inclusive com vítimas fatais.


Teste rápido de HIV deve ser vendido nas farmácias a partir de fevereiro

Rio de Janeiro - Para facilitar o diagnóstico do HIV e antecipar o tratamento de pessoas que podem desenvolver a aids, o Ministério da Saúde deve autorizar a venda, em farmácias, de um teste rápido para detectar o vírus, a partir de fevereiro de 2014. Produzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o exame é feito em 20 minutos, com coleta de saliva pela própria pessoa, e deverá custar R$ 8. 
A informação foi confirmada pelo diretor do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do ministério, Fábio Mesquita, durante evento hoje (1º), Dia Mundial de Luta contra a Aids, no Rio de Janeiro. Na ocasião, o governo federal anunciou a antecipação do tratamento para pessoas com o HIV. Antes, somente pacientes com a doença desenvolvida recebiam medicamentos.
De acordo com o diretor, o teste rápido de HIV tem duas vantagens: Uma delas é a confidencialidade. A pessoa vai à farmácia pega o teste e faz em casa, sem precisar ver um agente de saúde e dividir isso com ninguém. A segunda vantagem é a rapidez, não tem fila, não precisa ir ao posto, não precisa esperar o tempo que leva [para sair] o resultado de um exame normal, esclareceu Mesquita.
Ao disponibilizar o teste rápido de HIV, vendido na internet por um laboratório americano por cerca de R$ 160, o ministério pretender iniciar o tratamento mais cedo e melhorar a qualidade de vida de pessoas com HIV, além de reduzir em cerca de 96% o risco de contágio, principalmente para parceiros fixos ou durante a gestação, quando o vírus pode passar da mãe para o bebê.
Dados do ministério apontam que cerca de 150 mil pessoas, de um total de 700 mil estimadas com a doença, não sabem que têm o vírus HIV. No Brasil, embora a prevalência de pessoas convivendo com o vírus seja considerada baixa para o conjunto da população (0,4%), a infecção é alta entre meninas entre 14 e 19 anos e meninos gays, de acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Segundo Padilha, grande parte dos casos de detecção de HIV em meninas ocorre durante o pré-natal. Nessa faixa etária tem muita gravidez na adolescência, em situação vulnerável, por isso, descobrimos mais meninas que homens [com o vírus], disse. Elas engravidam já infectadas, reforçou. Os jovens são público-alvo da campanha contra a aids lançada hoje (1º).
Fonte: Agência Brasil/Edição: Juliana Andrade

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Câmara Municipal de Piancó remeterá Relatório de Comissão ao Ministério Público Federal sobre o caso da queima de 5.000 livros didáticos na gestão da ex-prefeita Flávia Galdino

O vereador Pádua Leite (PT) descobriu, à época, o local da queima de livros...
O vereador Pádua Leite (PT) solicitou ao presidente da Câmara Municipal de Piancó, José Bráulio de Souza Júnior (PSD), a remessa do relatório da Comissão da Saúde, da Educação e do Menor ao Ministério Público Federal a fim de adotar providências legais, cíveis, administrativas ou criminais, como também ato de improbidade administrativa praticados pelas pessoas envolvidas na queima de mais de 5.000 livros didáticos da Secretaria Municipal da Educação e Cultura, que tinha como titular da pasta a professora Rita Maria Ferreira da Silva, fato ocorrido em março/2010.

Dos 5.000 livros didáticos só restaram as cinzas... O caso causou indignação ao piancoense
O presidente da Câmara Municipal de Piancó, Dr. José Bráulio da Silva Júnior, determinou o envio do relatório da Comissão com todos os anexos ao Ministério Público Federal, localizado na cidade de Patos, que deverá a partir da próxima segunda-feira (02/12), tomar conhecimento da questão e adotar as providências legais.

O vereador lamentou que essas providências não tenha sido adotadas à época (2010), vez que a ex-prefeita Flávia Galdino impediu que a Câmara Municipal de Piancó tomasse qualquer providência sobre a apuração dos fatos procedida pelos vereadores Pádua Leite (PT), Christtianne Remígio (PSD) e Cotil (PP), membros da Comissão da Saúde, da Educação e do Menor daquela Casa Legislativa.

Vejam os links abaixo sobre os fatos:

* Catingueira online:
http://www.catingueiraonline.com/2010/04/em-pianco-vereador-denuncia-destruicao.html

 * Patos online
http://patosonline.com/post.php?codigo=11384